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Muitas pessoas não sabem que é possível começar do zero um negócio, e ficam repetindo calúnias de outros que nunca se deram a oportunidade de se tornarem empreendedores.

O que elas não vêem são todas as oportunidades desperdiçadas de criar um trabalho com real propósito e uma vida fantásticas para elas e suas famílias.

Neste artigo você conhecerá a história de 5 empreendedores que começaram um negócio do absoluto zero (alguns até do negativo), e construíram uma vida maravilhosa e verdadeiros impérios.

Se você está lendo este artigo e realmente quer iniciar um negócio, mas tem muitas desculpas, medos ou dúvidas, leia até o final que você saberá como conseguir isso em apenas 7 dias!

Era uma vez…

Realização Empreendedora - Empreendedores que Começaram do Zero - Silvio Santos

Silvio Santos

Nasceu 12 de dezembro de 1930 no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, que na época, ainda era a capital federal.

Filho primogênito com 5 irmãos de um casal de imigrantes, Silvio já começou a vender suas merendas, no recreio da Escola Primária Celestino da Silva, e começou a fazer suas primeiras moedinhas.

Entretanto, a primeira empreitada – história mais conhecida – foi comercializar capas para títulos de eleitor nas ruas do centro do Rio. Logo se tornou uma máquina de fazer dinheiro.

Aos 15 anos começou a ganhar uns trocados na Lapa, apostando nos “malandros” da sinuca: Silvio observava atentamente o comportamento dos jogadores e apostava nos melhores.

Durante o dia, trabalhando pelas ruas do centro do Rio, Silvio observava que os vendedores que mais faturavam eram os que melhor se comunicavam. Logo, pensou numa forma original de chamar atenção para as canetas que vendia numa esquina: realizava truques de mágica.

Até que um dia, um fiscal da Prefeitura o abordou e lhe confiscou toda sua mercadoria, mas, fascinado com a voz de Silvio, deu a ele um cartão para que fizesse um teste na Rádio Guanabara. Aquele foi o embrião da sua carreira artística.

O dinheiro começou a entrar numa jogada genial de marketing: Percebendo que as pessoas se entediavam durante a travessia da balsa que fazia o trajeto Rio-Niterói, Silvio pediu autorização para animar o pessoal com alto-falantes nas barcas. Logo, sacou que era possível ganhar dinheiro revendendo alguns produtos. Fez um pequeno empréstimo, montou bares nas barcas, procurou a Companhia Antártica de Bebidas, passou a vender cervejas, refrigerantes e a empresa passou a patrocinar apresentações de diversos artistas na barca. Assim, Silvio se tornou na época o maior vendedor de cervejas do Rio de Janeiro!

Entretanto, percebendo seus próprios talentos em se comunicar com as pessoas, cresceu nele o interesse em se tornar um artista de sucesso. Fez um teste na Rádio Nacional de São Paulo, passou e ali começou sua amizade com Manuel de Nóbrega, conhecido na época como o “Homem do Baú”.

Durante a década de 1970, atuando como locutor, gravou várias coletâneas de discos de histórias infantis. Posteriormente, os discos foram relançados em CD, obtendo um notável sucesso.

Silvio Santos foi radialista da sua mocidade até a década de 1980, se apresentando em circos e em diversos outros espetáculos, até que foi abandonando aos poucos esta carreira por focar em alavancar sua outra carreira como apresentador de televisão.

Adaptando o formato dos shows, espetáculos e sorteios que fazia no circo, seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, estreou em 1962 transmitido pela TV Paulista, à noite, tendo obtido um imenso sucesso. Em 1964, passou a comandar seu programa aos domingos, das 12 às 14 horas. No decorrer dos anos, o formato foi expandido e aprimorado no Programa Silvio Santos.

Quando a TV Paulista foi incorporada à Rede Globo, Silvio seguiu pagando aluguel pelo seu horário dominical, revendendo o tempo dos anúncios a outras empresas. Porém, no início dos anos 1970, os diretores da Globo promoveram reformas no padrão de qualidade da emissora, acabando com os programas independentes. Para os executivos, o programa de Silvio Santos destoava da grade de programação.

Dessa forma, a partir de 1976, Silvio começou a fazer programas na Rede Tupi, ao mesmo passo em que lutava politicamente para obter seus próprios canais de televisão, que foi realizado no dia 22 de outubro de 1975, quando o então Presidente Ernesto Geisel outorgou a Silvio Santos o canal 11 do Rio de Janeiro.

Silvio passou a transmitir seus programas simultaneamente na Tupi e na TVS (TV Studios), seu próprio canal e, em 1981, obteve a licença para operar o canal 4 de São Paulo, que se tornou a TVS da capital paulista. A partir das emissoras do Rio e de São Paulo, surgiu o embrião do SBT.

O Grupo Silvio Santos, formado por 34 empresas, completou, em 2008, 50 anos de atuação, acumulando cerca de 11.000 funcionários, incluindo, na época, entre as mais conhecidas: a Liderança Capitalização (que opera a Tele Sena), o Banco PanAmericano, o Hotel Jequitimar, a Jequiti Cosméticos, e empreendimentos agropecuários e imobiliários como a Sisan.

Realização Empreendedora - Empreendedores Brasileiros Que Começaram do Zero - Mauricio de SouzaMauricio de Sousa

Nasceu em Santa Isabel, interior de São Paulo, no dia 27 de outubro de 1935, viveu num ambiente cercado de arte: seu pai era poeta, compositor e pintor, e sua mãe poetisa. Sua casa sempre esteve cheia de livros, permitindo um ambiente bastante cultural.

Com poucos meses de vida, Mauricio mudou-se de Santa Isabel para a vizinha Mogi das Cruzes, onde passou parte de sua infância desenhando e rabiscando nos cadernos escolares. Mais tarde passou a ilustrar pôsteres e cartazes para rádios, jornais e comerciantes da região.

Queria viver profissionalmente do desenho. Para isso, aos 19 anos mudou-se para São Paulo e começou a procurar emprego de desenhista, mas só conseguiu uma vaga de repórter policial na Folha da Manhã, onde trabalhou durante cinco anos escrevendo esse tipo de reportagem, que ilustrava com desenhos bem aceitos pelos leitores.

Mauricio começou a desenhar histórias em quadrinhos em 1959, ainda em seu emprego, quando uma história do Bidu, sua primeira personagem e inspirado no seu cãozinho de infância, Cuíca, foi aprovada pelo jornal. As tiras em quadrinhos com Bidu e seu dono, Franjinha, deram origem ao famoso menino de cabelos espetados, Cebolinha.

Em 1963 ele sua personagem Mônica e, neste mesmo ano, criou junto com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, a Folhinha de S. Paulo. Em 1987, Mauricio passou a ilustrar o recém-criado suplemento infantil do jornal O Estado de S. Paulo, o Estadinho, que até hoje publica tiras da Turma da Mônica.

Além de criar personagens baseados em seus amigos de infância, como o Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Rolo, Tina e outros; Mauricio criou personagens baseados em todos os seus 10 filhos: a Mônica, Magali, Marina, Vanda, Valéria, Marcelinho, Maria Cebolinha (inspirada na filha Mariângela), Nimbus (inspirado no filho Mauro Takeda), Do Contra (inspirado em Mauricio Takeda), e Dr. Spada (inspirado em Maurício Spada).

Somente em 1970, e com o título de “Mônica e Sua Turma”, vários dos personagens já criados por Mauricio nas tirinhas de jornal passaram a aparecer juntos em uma revista própria, formando a hoje chamada Turma da Mônica. Competindo com quadrinhos estrangeiros como Pato Donald, Zé Carioca e Luluzinha, seus quadrinhos permaneceram firmes nas bancas durante décadas.

Mauricio montou uma grande equipe de desenhistas e roteiristas. Os Estúdios Mauricio de Sousa surgiram a partir da necessidade da criação de um time para bancar a produção mensal de histórias completas para as revistas e tiras de jornal, deixando de concentrar a produção nas mãos de Mauricio. Novos projetos puderam então ser conduzidos, como os desenhos animados, licenciamento de personagens e venda de quadrinhos para o exterior.

Os quadrinhos de Mauricio de Sousa têm fama internacional, tendo sido adaptados para o cinema, televisão e videogames, além de terem sido licenciados para comércio em uma série de produtos com a marca das personagens. Há inclusive o Parque da Mônica, localizado em São Paulo, que fechou em fevereiro de 2010. Já existiu também o Parque da Mônica de Curitiba, aberto em 1998 e fechado em 2000 e o do Rio de Janeiro, fechado no início de 2005.

Hoje entre quadrinhos e tiras de jornais, suas criações chegam a cerca de 50 países e 1 bilhão de revistas publicadas. Os quadrinhos se juntam a livros ilustrados, revistas de atividades, álbum de figurinhas, CDs, livros tridimensionais e livros em braile.

Mais de 100 indústrias nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase 2.500 itens com os personagens de Mauricio de Sousa, entre jogos, brinquedos, roupas, calçados, decoração, papelaria, material escolar, alimentação, vídeos e DVDs, revistas e livros. Em 2013, a “Turma da Mônica” comemorou seus 50 anos, sendo uma das marcas mais idolatradas no Brasil.

Realização Empreendedora - Empreendedores Brasileiros Que Começaram do Zero - Elói D'ÁvilaElói D’Ávila

Nasceu em Esteio, no Rio Grande do Sul, sendo o 14º de 15 filhos de uma família muito pobre. Quando sua mãe faleceu no parto do último filho, seu pai começou a dar as crianças a amigos e parentes. Sua irmã, que tinha 14 anos e já era casada, o pegou e quis lhe criar em Porto Alegre. Ela fazia pastéis, e Elói, um menino gago, os vendia depois da escola aos 4 anos.

Tinha oito anos quando fugiu de casa pela primeira vez. O marido da sua irmã bebia muito, era agressivo e a situação ficou insuportável. Elói escapou num dia em que ele o deu dinheiro e mandou buscar pinga.

Ficou no centro da cidade, até que o juizado de menores o prendeu e Elói teve que voltar a vender pastéis. Mas, na primeira oportunidade, fugiu novamente.

Nas ruas, ele ouviu falar de São Paulo e resolveu pedir carona para viajar. Foi de cidade em cidade, mentindo que tinha uma tia na cidade seguinte. Assim, chegou à Praça da Sé e ficou lavando carros até ser preso outra vez pelo juizado e enviado de ônibus de volta a Porto Alegre. Chegando, entrou em uma concessionária e inventou que era de São Paulo. Os funcionários, então, fizeram uma vaquinha e o ajudaram a viajar de volta.

Na segunda vez em São Paulo, aos nove anos, foi para a rodoviária do Tietê. Engraxou sapatos, vendeu jornais, mas sentia medo de ser preso. Um dia, um senhor o viu e o levou para sua casa, onde trabalhou areando panelas e cuidando dos netos dele. Enquanto isso, arrumou também serviço numa casa de malas.

Ficou assim até os 12 anos, quando decidiu ir embora para o Rio de Janeiro com dois amigos adolescentes com a ideia de casar com algumas garotas ricas e “resolverem a vida”. Como não possuía identidade, fez seus documentos num cartório no viaduto do Chá para poder viajar, agora, de forma legal.

Perto do hotel Copacabana Palace, foi lavar e guardar carros e acabou fazendo amizade com um guia turístico que o deixava cuidar das vans. Ele o ofereceu um emprego fixo como office boy na Stella Barros, na época a maior agência de turismo do Brasil.

Quando soube que não tinha onde dormir, “vovó Stella” o deixou usar o sofá da empresa. Elói tinha que levantar antes que todos chegassem e só podia se deitar quando o último funcionário saísse.

Durante sua fase no Rio, com frequência visitava sua irmã no Sul. Passava em São Paulo, corria na rua José Paulino para comprar malhas e subia em outro ônibus para Porto Alegre, onde ganhava um dinheiro vendendo as roupas.

No Rio, Elói ficou até os 17 anos, quando sua irmã se mudou para São Paulo com 6 filhos. Para ajudá-la, conseguiu um emprego no Bradesco e ficaram num cortiço na Barra Funda.

Aos 20 anos, Elói se casou e alugou um apartamento no famoso Copan. Para manter sua mulher, ele trabalhava no Bradesco, na LAP (Linhas Aéreas Paraguaias) e na rodoviária, como fiscal de plataforma, até a meia-noite.

Certo dia, roubaram seu fusquinha, perdeu o emprego e seu sogro quis buscar sua mulher porque estavam passando por muitas dificuldades. Mudaram para a casa do sogro e Elói começou tudo de novo, com três empregos simultâneos.

Quando seu filho nasceu, Elói já tinha alugado outro apartamento e estava muito bem, como diretor de vendas na LAP, para onde tinha voltado. Infelizmente, a empresa teve nova crise, foi mandado embora mais uma vez e ficou desesperado.

Encontrou um hoteleiro, da Panamericana de hotéis, que o chamou para ser representante deles no Brasil. Ele deu a Elói a oportunidade de abrir um escritório próprio.

Assim, em uma mesa emprestada dentro de um hotel, em 1974 nasceu a Edo Representações e, a partir de 1979, passou a se chamar Flytour Viagens e Turismo, atuando na consolidação e representação de companhias aéreas e atendendo às agências de viagens de todo o País.

Em 1992, visando multiplicar o sucesso da Flytour, Elói inicia o modelo de franquias da empresa e, aos poucos, o grupo foi se expandindo. Hoje, possui cinco divisões de negócios distintas, ocupando uma posição de destaque no mercado de turismo como a maior rede de agências de viagens do Brasil; tornou-se a quarta maior empresa do setor de turismo no Brasil em 2007 e a maior emissora de bilhetes aéreos da América Latina.

A Flytour chegou à marca de R$ 4 bilhões em faturamento em 2014, composta por mais de 220 escritórios, 2.700 colaboradores em todo o Brasil e fornecendo soluções para mais de 4 mil agências de viagens

40 anos após ter iniciado a Flytour, Elói D’Ávila mantém um sofá na entrada de todas as suas unidades para se lembrar dos tempos humildes que dormia na Estella Barros, onde conheceu o mercado de turismo, e vai todos os dias para o trabalho em seu fusquinha preto.

Realização Empreendedora - Empreendedores Brasileiros Que Começaram do Zero - Geraldo RufinoGeraldo Rufino

Nasceu em novembro de 1958, no interior de Minas Gerais e, aos 4 anos de idade, se mudou com a família para a cidade de São Paulo. Aos 7 anos, após a morte de sua mãe, Geraldo abandonou a escola na 2ª série.

O tino empreendedor começou cedo: aos 9 anos, arrumou um jeito de ganhar dinheiro pegando latinhas em um aterro instalado perto da Favela do Sapé, na zona oeste de São Paulo, onde morava com meu pai e irmãos. O aterro foi desativado e Geraldo teve que encerrar suas atividades.

Entretanto, o dinheiro da venda de latinhas foi investido na criação de um segundo negócio: um campo de futebol na comunidade local. Geraldo pediu autorização à Prefeitura para montar o campo em um terreno que havia no local, comprou traves, uniformes e passou a administrar a locação do espaço e dos uniformes. Entretanto, o negócio não deu certo e ele quebrou pela segunda vez.

Aos 14 anos, foi contratado como office boy no Playcenter, onde trabalhou durante 15 anos. Paralelamente, Geraldo construiu uma frota de carrinhos de madeira, que alugava para outros meninos fazerem carreto nas feiras. Neste mesmo ano, conseguiu comprar um Fusca, seu primeiro carro.

No Playcenter, seus chefes o fizeram voltar à escola e chegou a entrar na faculdade. Porém, por trabalhar 16 horas diárias de segunda a domingo, optou novamente por parar de estudar.

Enquanto trabalhava no Playcenter, Geraldo pensou em criar um pequeno negócio para ter uma maior sensação de segurança. Trocou o Fusca por uma Kombi e deu para seus irmãos fazerem carretos. Dez anos depois, já possuíam dois caminhões que usavam para transportar adubo. Por ironia do destino, em 1985, ambos se envolveram, simultaneamente, em um acidente.

Sem seguro, Rufino teria de amargar o prejuízo. A saída encontrada foi desmontar os caminhões e vender as peças. Ao invés de se desesperar e desistir, ele decidiu que era hora de recomeçar e criar um novo negócio.

Com a venda rápida das peças, ele notou que havia um mercado potencial e criou a JR Diesel, uma empresa especializada em reciclar veículos desse tipo envolvidos em acidentes e comercializar suas peças.

O negócio engrenou, seus irmãos se empolgaram com o dinheiro e perderam o foco: compraram sítio, gado e acabaram quebrando a empresa, que estava em seu nome.

Para saldar as dívidas e limpar o nome, Geraldo deixou, temporariamente, o Playcenter para reorganizar a empresa. Fazendo isso, não teve coragem de vender o negócio e demitir os seis funcionários da época.

Acabou conciliando as duas atividades, até ficar totalmente envolvido na empresa e ter de deixar o emprego. Em 1987, aos 29 anos, Geraldo deixou o cargo de diretor das Playlands instaladas em todo o Brasil.

Em 2000, a JR foi assediada por um grupo americano de concessionárias e o convenceram a abrir uma rede de concessionárias. Segundo Geraldo, outro erro. Devido este erro estratégico, passou por dificuldades e isso fez com que seus dois filhos, Arthur e Guilherme, fossem trabalhar com ele, tendo 17 e 15 anos, respectivamente. Entre 2002 e 2006, trabalharam para recuperar os prejuízos de quase R$ 16 milhões.

Atualmente, Geraldo Rufino comanda cerca de 150 pessoas e sua empresa, a JR Diesel, fechou 2013 faturando R$ 50 milhões, desmontando cerca de 1.000 caminhões por ano e crescendo, em média, 4% ao mês.

Realização Empreendedora - Empreendedores Brasileiros Que Começaram do Zero - Flávio AugustoFlávio Augusto

Nasceu em 7 de fevereiro de 1972, na periferia da cidade do Rio de Janeiro. Estudou grande parte do tempo em uma escola pública em seu bairro e estudou duro por três anos para entrar no colégio naval. Entretanto, não se encaixou às regras da escola e, dois anos depois, foi convidado a se retirar.

Aluno brilhante, foi aprovado em diversas universidades em São Paulo (entre elas USP e Unicamp), e no Rio de Janeiro. Escolheu o curso de Ciência da Computação da UFF (Universidade Federal Fluminense), que iniciou em 1991.

Porém, aos 19 anos, um pouco antes de começar a faculdade e querendo ter um dinheirinho para ir ao cinema com a namorada, Flávio conseguiu seu primeiro trabalho para a equipe de vendas de uma pequena escola de inglês.

Seu desempenho no trabalho foi tão bom, que trancou a faculdade para dedicar-se 100% a sua carreira. Aos poucos, conforme crescia no trabalho, Flávio começou a perceber que o seu sonho estava além da segurança daquela atividade.

Foi então que, aos 23 anos de idade, munido apenas de sua coragem, da experiência adquirida no emprego e usando R$ 20 mil como capital inicial de seu cheque especial a um custo de 12% de juros ao mês, Flávio iniciou seu primeiro negócio, a escola de inglês WiseUp.

Ele enxergou um novo mercado, que a empresa rapidamente se destacou: enquanto todas as outras escolas de inglês tinham um posicionamento voltado ao público infantil e adolescente, Flávio achou no público adulto o seu oceano azul. Sendo um bom vendedor e sabendo se comunicar como poucos, essas habilidades o fez conseguir 1.000 alunos em 1995, ano em que a escola foi fundada no centro do Rio de Janeiro.

Em apenas 3 anos de atuação, a WiseUp contabilizava 24 novas escolas, distribuídas entre diversas cidades brasileiras. Em 1999, a empresa, fundada 4 anos antes, já tinha uma estrutura financeira razoavelmente sólida, e a expectativa de crescimento era de 30%.

Apesar da boa fase, Flávio dividia seu tempo entre, pelo menos, 4 cidades brasileiras para acompanhar de perto e orientar o funcionamento das unidades da escola de inglês. A empresa não estava preparada para andar sozinha, e ele não podia se afastar de suas tarefas de uma hora para a outra. Uma tentativa de se ausentar de algumas atividades fez a empresa passar por uma forte crise, que ficou explícita nos prejuízos auferidos no caixa da empresa. Para superar a crise, Flávio precisou sentar, fazer muitas contas e tomar decisões.

Em 18 anos, a empresa expandiu e tornou-se uma holding avaliada em cerca de R$ 877 milhões. Em 2012, Flávio recebeu a visita do presidente da Abril Educação, em sua casa em Orlando. Depois de mais 12 meses de negociação, ele vendeu a WiseUp por este valor e partiu para o ano sabático mais cheio de trabalho e compromissos profissionais que se tem notícia.

Em abril de 2013, em pleno período que ele próprio determinou para se manter distante dos negócios, fundou a T-BDH Capital (que significa “to Be, to Do, to Have“, ou “ser, fazer, ter”), uma empresa de investimentos e comprou um clube de futebol profissional nos Estados Unidos, o Orlando City Soccer Club. Em julho de 2014, o meia brasileiro, Kaká foi contratado pelo Orlando City por 3 anos e meio e tiveram aprovados o projeto de construção de um estádio próprio na cidade.

Quando não está falando sobre o esporte que se tornou seu mais novo interesse profissional ou passeando com a família pelos arredores de Lisboa, Flávio está conectado no Facebook ou escrevendo mais um volume da sua série de livros, Geração de Valor.

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Estas histórias que você acabou de ler são fantásticas, pois ilustram pessoas humildes, que não nasceram conhecedoras de ferramentas de empreendedorismo, que também foram funcionários de outras empresas ou pessoas, se viraram da forma que puderam. Entretanto, apostaram em si mesmos e fizeram apenas o que sabiam fazer.

Sem eles perceberem, eles tomaram 7 atitudes diferentes. Estas 7 atitudes foram transformadas nos 7 passos que compõe o Futuro Empreendedor, um curso online aqui da Realização Empreendedora.

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